sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Parada na estação Paraíso: analogia perfeita do meu momento.

...e então me vejo com duas opções: ou pego a linha 1 - azul e vou até a "Liberdade" -  onde terei as feiras, os bares de karaokê, os restaurantes orientais, mas também estarei ao lado do viaduto do Glicério, correndo risco de perder coisas valiosas pra mim - ou posso também pegar a linha 2 - verde e descer na Consolação - caminhos percorrido num trem com ar condicionado, abaixo da famigerada avenida Paulista, com a possibilidade de dar um pulo nos bares da Augusta, antro da deliciosa peverção paulistana, e com todos seus perigos e violencias eminentes; e na própria rua da Consolação encontrar os contrastes que lhes são caracteristicos, mas que podem me fazer chegar ao perigoso Vale do Anhangabaú.
E agora? Parada na estação Paraíso já não dá mais pra ficar, e essas são as duas rotas que me são sugeridas.

Penso;



Penso;



Talves seja melhor girar a catraca da estação, e sair pra rua por aqui mesmo.
Se o dia lá fora não me agradar, pago R$3,00 e decido em qual trem devo embarcar.

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